quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Segundo poster de Homem de Ferro 3 (Bônus: teaser do trailer que será exibido em 3 de Fevereiro de 2013 no Super Bowl)

Fonte: Collider

O poster mostra Tony Stark (Robert Downey Jr) em uma queda livre, vestindo sua suposta armadura MARK XLVII danificada.

Poster


Teaser do Trailer de 3 de Fevereiro de 2013


Estréia no Brasil em 26 de Abril de 2013.

domingo, 27 de janeiro de 2013

A credibilidade baixa dos evangélicos de hoje em dia. (Bônus: lista da Forbes com os 5 pastores mais ricos do Brasil)



Antes de iniciar o texto desta postagem, deixo bem claro que eu não sou preconceituoso com nenhuma pessoa. Eu respeito todas, independente da cor da pele, classe social, crença, sexualidade,  regionalidade, etc. Esta postagem visa expor a minha opinião em relação ao fato das pessoas não respeitarem os evangélicos de hoje em dia como respeitavam antigamente. Deixo claro que não sou opositor de nenhuma religião.

Sou nascido na década de 1980 e a lembrança que tenho dessa época é a seguinte: quando as pessoas viam uma outra com a Bíblia na mão, elas a olhavam com um certo respeito. Dependendo da reputação (ou "fama") da mesma que carregava o livro sagrado, olhavam até com um certo temor. Existiam muitos evangélicos que ficavam a frente de trabalhos de oração e por vezes associava-se a estes, certos acontecimentos "sobrenaturais". O resultado era um respeito por essas pessoas que tinham "dons espirituais".

Hoje em dia, as pessoas frequentam as igrejas com diferentes intenções. Antes, a maioria comparecia aos templos para adorar a Deus, estar em comunhão (contato frequente) com seu irmão de fé (pessoa com mesma crença) e intenções semelhantes. Infelizmente hoje em dia o que vemos são as pessoas irem a igreja para outros propósitos. Falo tanto dos membros comuns quanto dos que desejam seguir "carreira" no ministério eclesiástico.

O problema é que atualmente as igrejas se parecem mais com clubes ou círculos sociais, onde as pessoas se encontram para se exibirem, disputando quem é mais bem sucedido, mais bem vestido, que tem o melhor carro, melhor profissão, melhor casa, melhor TV, melhor telefone ou melhor qualquer outra coisa. No caso específico das mulheres, por incrível que pareça, existe até uma disputa com a colocação de próteses de silicone (nos seios e no bumbum). Uma cirurgia séria sendo usada como status social. Inclue-se nisso, a passarela de moda gospel sensual/erótica, com roupas provocantes e afins, somada aos apliques e implantes de cabelo. Não sou contra a sensualidade e/ou sexualidade, mas penso que a igreja não é um ambiente apropriado para externalização exarcebada dessas características tão superficiais. Afinal, em um local onde os frequentadores dizem ser os escolhidos de Deus, sal da terra, luz do mundo, lavados no sangue de Jesus e protegidos das artimanhas do "inimigo", não é viável haver práticas que são diretamente associadas aos pecadores, ímpios, mundanos e que negam ao mesmo Jesus (segundo a doutrina das igrejas). Esse tipo de comportamento que a igreja evangélica demonstra hoje em dia é algo contraditório, pois dá-se mais valor e atenção ao "material" (externo e mortal) do que ao "espiritual" (interno e eterno). É mais fácil ouvir uma pregação sobre prosperidade do que sobre bondade.

Sinceramente falando, há igrejas em que as "irmãs" vão para os cultos com roupas que fazem as prostitutas parecerem freiras. E tem "irmãos" que "enchem a cara" com tanta bebida alcoólica que fazem os carros Flex parecerem brinquedo de criança. Não estou generalizando, mas se fosse em outros tempos, os líderes religiosos chamariam essas pessoas e lhe dariam conselhos (em alguns casos haveria uma punição). No caso de persistirem na conduta, seriam convidados a se retirar da igreja. Porém, na atualidade o mais importante não é quantos membros comprometidos tem na sua congregação e sim quanto de dízimos e ofertas você arrecada. É como eu escrevi acima: material se sobrepondo ao espiritual.

Parece que hoje em dia a lógica atual é a seguinte: fazer coisas erradas estando na igreja tá "certinho", mas estando fora da igreja, tá errado! Pois o que vemos hoje em dia são evangélicos que fazem as mesmas coisas de quem não frequenta igreja (e às vezes fazem pior)... e se acham "santos" e no direito de falar dos outros. O nome disso é hipocrisia que segundo o dicionário significa: "Manifestação de fingidas virtudes, sentimentos bons, devoção religiosa, compaixão, etc". É a falsa sensação de superioridade que algumas religiões provocam nas pessoas.

Por isso eu parei de frequentar a igreja. Não saí para aloprar nem nada do tipo, pois minha personalidade nunca foi essa. Nada contra quem faz, mas não é meu estilo de vida. Saí porque não concordei com o estatuto (pois toda igreja tem um - pergunte ao seu pastor presidente), com as normas, com os costumes e principalmente, com a hipocrisia predominante no meio. Em sua maioria, os frequentadores fingem ser algo que não são: cristãos. Acho que nem sabem o significado da palavra. Hoje em dia minha visão de religião é totalmente diferente do que eu tinha há 10 anos atrás. Hoje em dia as pessoas frequentam a igreja com vários propósitos, mas para adorar a Deus é uma minoria microscópica.

É muito fácil ficar indo para os cultos, com uma máscara e uma capa, e depois disso, sair para tomar torre de chopp no shopping, ir para a balada ou fazer orgias. E ainda ter a "cara de pau" de pregar a palavra de Deus no dia seguinte e se gabar da fé em redes sociais.
 
A fórmula é bem simples: se quer fazer coisas que a sua igreja ou a Bíblia (segundo a sua religião) não "aprova", saia da igreja e bote a cara para bater no "mundão". Ou procure uma igreja que aceite suas práticas. Não tenho nada contra os homossexuais, mas se esses, por exemplo, frequentam uma igreja que não os aceitam, mudem-se para uma igreja inclusiva e serão felizes. O mesmo digo para demais estilos de vida que fogem à proposta "tradicional". Existem igrejas para todos os gostos. Na minha visão Deus não julga ninguém, pois os estereótipos são criados pelo homem, assim como a Bíblia foi escrita pelos mesmos (inspirados por Deus ou não).

Mas infelizmente, hoje em dia, a quantidade de dízimo é mais importante que o nível de comprometimento dos que frequentam os templos religiosos. E também, os evangélicos parecem estar mais preocupados em se autopromoverem como os mais corretos do mundo do que exercer a caridade de Jesus. Se Ele (Jesus) estivesse enterrado, estaria se contorcendo no túmulo. Mas segundo a Bíblia ele está nos céus... deve estar se contorcendo lá mesmo.



Para fechar, deixo essa postagem do UOL sobre um ranking dos pastores mais ricos do Brasil pela Forbes:
- Link do UOL: Pastores milionários do Brasil;
- Link original da Forbes: The Richest Pastors in Brazil.

Tirem suas próprias conclusões .

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Aprenda a Particionar um HD de Notebooks HP com Windows 7 Home Basic


Nesses dias eu passei por uma situação chata. Eu precisei particionar o HD de um notebook da HP para usar a nova unidade como forma de salvar os documentos do usuário em local seguro. Isso serve para prevenir a perda de dados, no caso de haver a necessidade de reinstalar o sistema operacional. O referido notebook veio com o Windows 7 Home Basic. Eu já tive experiências em particionar o HD em outras versões do Windows 7 (Home Premium e Professional) e todas foram bem sucedidas com o uso do recurso do próprio Windows: o Gerenciamento de Disco (Iniciar > Clicar com o botão direito do mouse em Computador > escolher a opção Gerenciar > Gerenciamento do Computador > Repositório > Gerenciamento de Disco). Porém, na versão Home Basic que vem nos Notebooks da HP, o sistema operacional não deixa realizar a formatação da parte diminuída do volume C para a criação de uma nova partição. Isso ocorre devido ao número de partições dinâmicas que já vem configuradas de fábrica. A maioria dos notebooks da HP vem com a seguinte configuração:
  • C: - Windows;
  • D: - Recovery (utilizado para a recuperação das configurações que vieram de fábrica e reinstalção do sistema operacional juntamente com os drivers);
  • E: - Tools (ferramentas da HP que são basicamente softwares); e
  • F: - Unidade de CD/DVD.
Usei todos os programas possíveis e imagináveis para realizar o particionamento (EAESUS, Partition Wizard, Partition Magic, Partition Manager, etc). Usei até uma distribuição do Linux que vem com o software G Parted Live (muito bom , por sinal). A parte de diminuir a partição C e gerar o novo espaço não configurado era realizado com êxito. Porém, na hora de formatar e criar a nova partição, continuava dando a mensagem que o sistema operacional não permitia realizar o procedimento.

A solução para esse problema foi a exclusão da partição Tools, indicada no próprio site da HP, pelo simples fato de todos os softwares existentes nela, estarem disponíveis no site da fabricante. Jamais exclua a partição Recovery, pois ela é muito importante e útil. Eu mesmo já utilizei no meu notebook, com o HD particionado para gravar os arquivos pessoais em outra unidade. O mais impressionante é que o Recovery não excluiu a partição que eu criei. Ele apenas reconfigurou a partição C, deixando todo o restante intacto.

Então, se precisar criar uma nova partição em um Notebook da HP, com Windows 7 Home Basic, antes de qualquer procedimento, exclua a partição Tools. Após isso, diminua a partição C e continue os procedimentos normais para cirar o novo volume (atribuir letra, formatar, etc).

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Facebook: A Matrix dos Dias Atuais


Acho que a maioria conhece ou já ouviu falar da trilogia Matrix, formada pelos filmes Matrix (1999), Matrix Reloaded (Maio de 2003) e Matrix Revolutions (Novembro de 2003). Se não conhece, seria interessante ver pelo menos o primeiro para entender o que falarei nesse texto.

Em resumo, o filme se passa em um futuro próximo onde as máquinas (Inteligência Artificial) dominam os seres humanos, escravizando-os, porém mantendo-os "dormindo" em encubadoras. Ao mesmo tempo, as máquinas se "alimentam" da corrente elétrica gerada pelo corpo humano, enquanto os mesmos estão conectados em uma realidade virtual para continuarem "anestesiados". Cabe mencionar que há algumas colônias de seres humanos que resistem ao domínio das máquinas. A história trata também de mundo real versus mundo virtual e do que é exatamente a verdade e a realidade. Você pode estar se perguntando: mas o que Matrix tem a ver com o Facebook? Nos próximos parágrafos você começará a ter a sua resposta.

No filme, os seres humanos são "cultivados" e mantidos em uma espécie de "campo de plantação e colheita" com incubadoras que alimentam as máquinas enquanto estão mentalmente ligados em um ambiente controlado de realidade virtual, chamado de Matrix. A ligação com esse ambiente é feita através de um conector localizado na nuca. Essa conexão é o que subjulga ou mantém a pessoa "anestesiada" vivendo em uma realidade virtual para que as máquinas possam realizar seu "trabalho" de consumir a energia das "pilhas". Se uma pessoa acorda, se desconectando na Matrix, ela é descartada (não preciso explicar isso, não é?). Existem outros plugues no corpo, que são usados para consumo de energia pelas máquinas.



No primeiro filme, quando o personagem Neo (Keanu Reeves) é retirado da Matrix por Morpheus (Laurence Fishburne), vemos alguns aspectos inerentes ao fato da desconexão de uma pessoa com a máquina central de realidade virtual:

  1. Neo cai na água e se afoga, por não saber nadar no mundo real, sendo salvo pelo equipamento da nave de Morpheus (Nabucodonosor);
  2. Quando já está dentro da Nabucodonosor, Neo reclama indagando "por que meus olhos doem?" e Morpheus responde "porque você nunca os usou";
  3. Neo precisou de cuidados médicos e tratamento em fisioterapia, para fortalecer os músculos e ossos, os quais ele também não havia usado na vida real; e
  4. Ao passar pelo processo de readaptação do "lado de fora" da Matrix, Neo percebe que seu cabelo no mundo real é raspado, pois na Matrix o mesmo era grande. Ele recebe a explicação que nos leva ao avatar, que na linguagem de tecnologia, pode siginificar "imagem que a pessoa monta para se apresentar no mundo virtual". Na Matrix, Neo possuia uma aparência e no mundo real outra completamente diferente. (Obs: Na linguagem religiosa, avatar possui um outro significado) 
No que se refere ao título do post, "Facebook: A Matrix dos Dias Atuais", o item mais importante entre os citados acima é o item 4: o avatar. Na essência, o Facebook foi criado para conectar pessoas de faculdades, com a finalidade de trocar experiências acadêmicas e pessoais. Porém, devido ao grande sucesso, a rede social foi aberta para o público em geral, ganhando um formato mais amplo onde todos podem se conectar e trocar informações diversas. Com isso o Facebook se tornou a rede social com mais usuários no mundo. Acrescentou-se a isso, as propagandas das empresas, que geram lucro para o site, mas essa história fica para outra postagem. Falaremos principalmente do avatar que cada pessoa cria no Facebook e da quantidade de informações pessoais, muitas das vezes íntimas, que a mesma disponibiliza no site.

Podemos comparar alguns aspectos da Matrix com alguns da rede social em questão. No Facebook os seres humanos são mantidos conectados pelos seus respectivos computadores, notebooks, netbooks, smartphones e afins. Somos "anestesiados" pelos recursos disponíveis na página ou pelo prazer em receber "curtidas" em nossas postagens, fotos e status ou por encontrar conteúdos que nos agradam. Enquanto isso, o Facebook se alimenta de nossos "perfis", pois quanto maior o número de usuários existentes, mais caro será o valor cobrado para uma empresa fazer sua propaganda. Se uma pessoa decide não ter um perfil no Facebook, a mesma é vista como esquisita ou fora de moda, podendo ser até descartada de grupos de amizades. Quanto mais amigos as pessoas tem no Facebook, mais ela sente satisfação em estar na rede social. Na maioria das vezes as pessoas nem se conhecem pessoalmente, mas mesmo assim "se conectam" pela rede. De forma resumida, estes são alguns aspectos comuns.
Para um melhor entendimento do que é Matrix, assista ao vídeo a seguir:


Primeiramente, esclareço que em minha opinião, o Facebook não controla os usuários, nem os manipula diretamente. São os usuários que se "prendem" ao "mundo" criado por eles no Facebook, devido aos recursos disponíveis. Isso pode se tornar um vício no qual as pessoas deixam de realizar atividades básicas (comer, beber, dormir, etc) ou de estar em contato com pessoas no mundo real, por se sentirem mais satisfeitas com as sensações que a internet causa. Simplesmente trocam o mundo real pelo mundo virtual. Até a relação familar e o rendimento no trabalho são afetados. Como explicado no vídeo acima, ao estar inserido na Matrix, que no nosso caso é o Facebook, o visual da pessoa é puramente uma "autoimagem residual", ou seja, uma imagem "ideal" criada pela mente. Falando de forma mais simples: é a aparência que a pessoa gostaria de ter ou acha vantajoso ter. Nessa questão entra o Facebook e o uso que as pessoas fazem dele. Os usuários querem passar a imagem de que estão o tempo todo felizes, não possuem problemas, são bem-sucedidos, são queridos, tem a vida agitada, etc. Dependendo da filosofia de vida da pessoa, ela irá demonstrar ter as qualidades da mesma, como por exemplo: se for um religioso irá se mostrar muito apegado a imagem de Deus ou de sua religião, aparentando ser "certinho"; se for de uma determinada profissão irá exaltar a mesma; se for torcedor de um time irá postar assuntos sobre o mesmo; se for baladeiro irá postar fotos de festas diversas; e etc.

O Facebook atualmente funciona unicamente como uma rede social para poucas pessoas. Digo isso porque é a minoria que o utiliza para estar em contato com a família, amigos e colegas, trocando informações, fotos, vídeos e outros recursos. A maioria esmagadora dos usuários usam o Facebook como uma vitrine de suas vidas (um puro exibicionismo). E nessa vitrine, assim como em uma loja, os usuários exibem somente o que acham interessante e vantajoso. Essa mesma maioria atualiza o status com informações particulares que funcionam como exibicionismo ou uma compensação do que não são no mundo real. Fazem questão de postar:
  • seus cursos superiores: pois hoje em dia traz "status" possuir nível superior;
  • suas viagens para locais turísticos: estes geralmente omitem que residem em periferia, mas fazem questão de postar as fotos dos locais visitados;
  • itens que compraram, como roupa, veículos e utensílios: só postam os "caros" e de "marca famosa", pois se for algo simples e popular, não vale a pena postar (vale ressaltar o consumo de produtos piratas por falso status);
  • suas atividades diárias: geralmente em épocas que estão com a grana mais folgada;
  • suas pegações: garanhões e piriguetes adoram "causar" no facebook, postando fotos de pessoas do sexo oposto com conteúdo sensual ou com textos do tipo "multiplica senhor", "ê lá em casa", etc, para passar a imagem de "cobiçaveis";
  • versículos bíblicos, textos religiosos, frases de filósofos ou afins: com a intenção de passar a imagem de intelectualmente resolvidos ou espiritualmente superiores (ou vice-versa);
  • fotos de confraternização em família: geralmente para passar a impressão de que não há problemas entre os membros da família; e
  •  eu poderia listar muito mais itens, mas a postagem já está bem grande.
A minha intenção neste texto não é criticar as pessoas que praticam o que eu listei acima. Quero apenas chamar a atenção para a importância que elas dão para o que se posta no Facebook. Essa prática tem tornado as pessoas superficiais nas relações humanas, fazendo com que as mesmas fiquem criando disputas mesquinhas. Vivemos em um mundo com total inversão de valores, na qual a educação e os bons costumes não são cultivados nas famílias como antigamente. Acrescenta-se a isso, a valorização do "ter" e a depreciação do "ser", onde a pessoa dá mais valor ao que tem, não se importando se é uma boa pessoa.

Em uma época onde tudo está mais acessível, principalmente a informação, posso dizer que estamos vivendo uma evolução ao avesso, onde o ser humano está se tornando imediatista, averso a cultura, mal educado, impaciente, agressivo e descortês com o próximo. Fará bom proveito da evolução tecnológica aquele que não esquecer de evoluir juntamente o seu lado humano. Esse será o divisor de águas entre seres humanos bons e ruins em sua essência.

Créditos: Warner Bros e YouTube.